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terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Sugestões do Pântano: 7 autoras e seus livros



Olá, pessoas! Sou Jacarézinho, seu amiguinho, vamos cantar? Ok, parei. Trouxe para vocês hoje uma seleção de 7 autoras e seus livros para degustarmos. Infelizmente, nem todas tem livros publicados em português ainda, mas vamos torcer para serem lançados logo enquanto lemos os que já estão nas prateleiras, com os olhinhos brilhando que dizem: "Me leve pra casa!"
Quem quiser mais informações tem os sites delas, só clicar no nome.



1.                  Zadie Smith é de Londres e já escreveu 4 romances.

Dentes Brancos (2000) foi publicado no Brasil pela Companhia das Letras e conta a história de dois homens que serviram o exercito durante a segunda guerra mundial que se reencontram 30 anos depois já com suas famílias formadas. Eles tem dificuldade pra se adaptar a vida conturbada dos anos 90.

2.                  Chimamanda Ngozi Adichie é de Enugu na Nigéria, ganhou vários prêmios internacionais e escreve, em sua maioria, ficção.
               
Sejamos Todos Feministas (2014) é um ensaio sobre sua experiência pessoal como mulher e nigeriana pensando no que precisa ser feito pra que as meninas não anulem suas personalidades pra ser o que esperam delas e que os meninos não fiquem presos aos estereótipos de masculinidade. Também foi publicada essa obra e outras da autora pela Companhia das Letras.

3.                  N. K. Jemisin é estadunidense e escreve no gênero Ficção Científica e Fantasia.

The Hundred Thousand Kindoms (2010) conta a história de uma bárbara do norte que, quando sua mãe morre, é invocada à majestosa cidade do Céu. Lá, ela é nomeada pra sei rei, porém para possuir esse trono não será fácil e ela se vê envolta numa terrível disputa de poder.

4.                  Zora Neale Hurston, também estadunidense, morreu em 1960.

Lançado por aqui pelo Clube do Autor, De olhos pousados em Deus (1937) conta uma história de amor em que Janie foge com um rapaz após ser obrigada a casar com um velho que ela despreza. Seu novo marido enriquece e depois de sua morte, ela abre sua companhia e descobre que o empreendimento é seu verdadeiro amor, pois com ele ela finalmente tem liberdade de transformar seu destino.

5.                  Tayari Jones, estadunidense, escreve ficção.

Silver Sparrow (2011) conta a história das duas famílias de James Witherspoon, a pública e a secreta. Quando suas filhas se encontram e constroem uma amizade, apenas uma delas sabe que elas são irmãs. É uma relação destinada a explodir.

6.                  Alice Walker foi a primeira mulher afro-americana a ganhar o prêmio Pulitzer.

Publicado no Brasil pela editora Jose Olympio, A Cor Púrpura (1982) acompanha mais de 30 anos da vida de Celie, uma moça negra, semianalfabeta que vive no sul dos EUA. Ela cuida de sua família e planeja uma vida melhor para sua irmã. Com esse livro Alice Walker ganhou em 1983 os premios Pulitzer e National Book. Mais tarde, ele foi adaptado para filme e musical.

7.                  Maya Angelou escrevia poesias e biografias, nasceu nos Estados Unidos e morreu em 2014.

Eu sei por que o pássaro canta na gaiola (1969) é a primeira de cinco autobiografias de Maya Angelou que conta sobre sua sofrida infância em que encarou o abandono de sua mãe e um ataque de um homem muito mais velho que ela com apenas 8 anos de idade. Ela aprende mais tarde a amar a si mesma, a ser respeitada pelos demais e as ideias de grandes autores, como Shakespeare, o que a permitiu ser livre em vez de prisioneira.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Personagens Anti-heróis


Por Alexis
Sempre gostei os mocinhos com sua nobreza, coragem e bondade. Mas não posso negar que adoro os vilões, principalmente aqueles bem construídos. Então, é claro, que meus personagens favoritos são os anti-heróis, que estão no meio termo entre vilões e mocinhos.
Os anti-heróis podem ser vistos como personagens que se tornaram “heróis” por motivos de vingança, egoísmo, em prol de seus próprios interesses, às vezes, visando fortuna e recompensas, o pote de ouro depois do arco-íris. São heróis com virtudes um pouco deturpadas, e, às vezes, sem escrúpulos, tendo como ideal de que “os meios justificam os fins”.
Capitão Jack Sparrow, é a síntese de um bom anti-herói: pirata, mal-intencionado, egoísta e que sempre visa o baú de tesouro no final da jornada e que, às vezes, demonstra alguma lealdade. Mas, que se derem escolha, sempre escolherá salvar a própria pele.
Outro personagem controverso é Severo Snape da Saga Harry Potter, passamos seis livros inteiros odiando o personagem para no final passarmos a amá-lo. Todo ódio e rancor pelo protagonista são enfim explicados e ele passa de professor ranzinza à herói. Sendo retratado mais tarde pelo próprio Harry como “o homem mais corajoso que conheci”, tendo inclusivo dado seu nome ao seu filho do meio, Alvo Severo Potter.
Na série The Vampire Diares, Damon Salvatore rouba a cena. No começo um vilão, mas que com o prosseguir da série tem lá seus momentos de nobreza. Mas é aí que vem a ressalva: Damon só demonstra bondade, misericórdia e nobreza em prol de seu amor por Elena, e só. É um personagem que na maioria das vezes não demonstra remorso e que age com uma frieza calculada, sempre irônico e arrogante. Para combater um vilão não tem problemas em quantas vitimas fará no processo para derrotar seu inimigo.
Falando em The Vampire Diares, o que dizer de Klaus Mikaelson? Feito primeiramente um vilão, o personagem deveria ter morrido no final da Segunda Temporada como o planejado. Mas, o antagonista de tão carismático passou a ser um dos personagens mais amados de TVD e ganhou seu próprio spin-off – The Originals. Aqui o vemos retratado como um perfeito anti-herói, tentando reconquistar New Orleans ele combate o “vilão” – que, na verdade, se perece muito com um dos mocinhos, Marcel. Com ajuda dos irmãos Rebekah e Elijah, ele luta com Marcel através de meios nada nobres, tudo em prol do pote de ouro depois do arco-íris – leia-se: New Orleans. Na Segunda Temporada, ele luta contra os verdadeiros vilões, que pasmem, são sua própria família: mãe, pai, tia e os irmãos Kol e Finn.
Os anti-heróis são personagens que não possuem as virtudes inerentes a um herói. São muitas vezes retratados como irônicos, sarcásticos, frios, ranzinzas, arrogantes e em alguns casos charmosos e carismáticos. Em livros, filmes e séries televisivas é comum ver esses personagens “roubarem a cena”, seja para odiá-los ou amá-los. Isso acontece, pois quando aparecem eles quebram a monotonia da cena, chega o momento que torcemos para que ele tome uma atitude que o herói hesita em agir. Gostamos quando eles agem por impulso ou soltam uma frase de efeito bem bolada. Como diria Damon Salvatore: “Se é pra ser mal, tem que ser por um bom motivo. Ou então, você não merece ser perdoado”.
7 Dicas para construir um personagem anti-herói:

  • Um bom anti-herói precisa ter bons motivos para ser “mal”, algo que o faça merecer a redenção.
  • Faça um personagem com personalidade marcante, não se detenha ao comum. Fuja dos estereótipos de vilões mal compreendidos que no final tomaram a decisão certa.
  • O anti-herói precisa ser carismático, precisa prender a atenção do leitor quando entra em cena.
  • O anti-herói precisa de uma característica que o destaque do herói. Ele pode ser egoísta, mas também pode ser nobre...
  • Os anti-heróis, não por via de regra, precisam se apaixonar pela mocinha, muito menos duelar pelo coração da moça.
  • Lembre-se que o anti-herói também tem sua dose de humanidade. Tem suas falhas e virtudes. Toma decisões certas e erradas.
  • As frases de efeito sempre ficam melhores na voz do anti-herói, principalmente se for um personagem sarcástico.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Imbranato

Perdoe os meus incontáveis defeitos 
Esse meu jeito exagerado 
De quem diz estar apaixonado 
Ignore os meus incontroláveis devaneios 
Como se isso fosse engraçado 
Alguém que não sabe permanecer calado.
*****
Desculpe se minha ideia não é coerente 
Sou um completo desajeitado 
Mantendo um riso forçado 
Desculpe se não finjo quando descontente 
Alimentando um amor inventado 
De um coração fatigado.
*****
Perdoe os meus olhos inocentes 
Essas mãos de toques afobados 
E desejos apressados 
Perdoe os meus lábios sorridentes
Que por você estão encantados 
De segredos sussurrados.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Páginas de Rock

 por Fernando Barreto


Li a obra clássica de Mark Twain As aventuras de Tom Sawyer por influência da banda que mais rolou na bandeja da vitrola lá de casa quando eu e meu irmão éramos adolescentes: Rush. Quando levei uma fita cassete para a casa de um amigo para apresentá-lo aos canadenses ele me respondeu com o livro. Cada um de nós se defendia com as armas que tinha. Apesar do nome, a música não é uma representação exata do livro, mas é diretamente inspirada nele.

A banda que mais ocupa meus ouvidos ainda é Rush, mas o tempo hoje é dividido com os livros. É interessante notar, tanto tempo depois, que não se trata de coincidência. Os caras têm uma relação estreita com a literatura, assim como todas as grandes bandas de rock.

Há muitas músicas inspiradas em livros – acredito sinceramente que a Bíblia deve ser o mais usado deles - e muitos textos a esse respeito por aí. O que chama atenção é que, afora o gospel, o rock é o gênero musical no qual encontramos mais exemplos de compositores leitores.

No álbum Ride theLightning do Metallica encontramos duas referências explícitas a obras literárias: For Whomthe Bell tools e The CallofKtulu. A primeira, ao romance homônimo de Hemingway; a segunda, ao conto de Lovecraft chamado The CallofCthulhu. O que não era suficiente para convencer meu pai de que os americanos não fazem apenas barulho. Dificilmente ele relacionaria Metallica à literatura (a gente fica mais velho e acha que o novo é pior, pouco digno de respeito. A inquietude dá lugar à nostalgia. Pura ignorância).

Ele era do tempo em que Little Richard espantava os mais velhos e era obrigado a manter sempre virada a capa do disco Here´s Little Richard, porque meu avô não suportava o sorriso escancarado do Ricardinho. “Já era suficientemente tolerante permitindo que comprássemos um disco daqueles” contava e sorria. Como não queria ver meu pai encarnando meu avô, nunca apresentei Metallica a ele (que também não ligava muito pra literatura).

Por outro lado, algumas bandas de rock que o velho admirava também beberam em fontes perdidas em páginas de livros. A emocionante (não encontrei um adjetivo mais adequado) The Foolonthe Hill, que não é rock mas é Beatles, foi inspirada no romance Tom Jones de Henry Fielding. O álbum Animals do Pink Floyd, banda pela qual meu pai tinha devoção, foi todo inspirado na Revolução dos Bichos de Orwell.

Essa relação da música com a literatura deveria ser óbvia, como é óbvia a relação entre as diversas formas de expressão artística. Mas quando se fala em rock há um estranho bloqueio que impede parte das pessoas de enxergar arte, ou a possibilidade de haver ali algo mais que confusão sonora.

Por outro lado, estudos (ai, ai, ai) de uma universidade inglesa concluíram que os jovens mais inteligentes preferem ouvir rock por ser um gênero musical considerado capaz de estimular a criatividade e aliviar pressão. E olha que não há qualquer menção à relação com as Letras.
Há, também, quem veja maior capacidadeprofissional nos amantes do gênero. Recentemente o Estadão publicou matéria em que afirma que gostar de rock pode pesar positivamente na busca de um emprego. E mais uma vez ninguém menciona a relação estreita das duas formas de arte, mas já é um avanço.

Certo é que ao tratar de literatura somos vistos de forma diversa da qual nos olha o mundo quando vestimos camisas pretas com reproduções de capas de álbuns - mesmo sabendo que ao menos três músicas do Led Zeppelin foram inspiradas na obra de Tolkien, Iron Maidensofeu influência (óbvia) de William Golding em LordoftheFlies, o ícone Black Sabbath inspirou-se também em Tolkien em ao menos duas músicas, Sepultura tem um álbum inspirado na Divina Comédia, sem falar em Tony Bellotto com suas composições e romances policiais, Bob Dylan, Rolling Stones, Velvet Underground, The Police, David Bowie, que criaram peças musicais importantes inspiradas em obras literárias - como se houvesse alguma diferença entre o que foiproduzido pelos célebres autores e o que foi composto por lendas. Repito, pura ignorância.

Saindo do rock, no entanto, muitas vezes a influência literária produziu horrores musicais. Não consigo imaginar Clarice Lispector ouvindo Pato Fu, ou Jack Kerouac admitindo qualquer relação entre sua obra mais festejada e o bate-estaca da Katy Perry. Já Tolkien e Page compartilhando alguma poção mágica não é tão difícil de imaginar...


Algumas músicas inspiradas em livros: Tom Sawyer - RushThe Fool on The Hill - The BeatlesFor Whom The Bell Tools - MetallicaRamble on - Led ZeppelinAnimals - Pink FloydThe Wizard - Black SabbathLord Of The Flies - Iron MaidenDante XXI - Sepultura

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Livro da vez: Haikus


Livro da vez: Haikus

por Fernando Barreto


Não é fácil achar Haikus. Você não irá encontrá-lo jogado em uma estante qualquer, de qualquer livraria. Demanda esforço, uma trilha em mata fechada, difícil de ser rompida. A edição brasileira da Pipa Livros, com tradução de Carlito Azevedo, é ainda mais rara. Numerados, foram publicados apenas 500 livros em primeira edição. Capa caprichada, livro em formato de bolso e cinquenta páginas que carregam o melhor de César Aira. Todo sacrifício é recompensando.
Há algum tempo penso se gosto mais da ficção do autor argentino, ou de sua posição frente ao mercado literário. Se a prosa é vigorosa, original, ágil e carregada de ironia verdadeira, sua postura como autor e visão de Literatura representam a vanguarda da qual comumente reclamamos a ausência.
Autor de pequenos romances, mais achegado às novelas e aos contos, Aira opta sempre por editoras menores, que prestam um serviço valioso à arte: publicar obras de valor literário real. Também é comum que seus livros sejam publicados com maior esmero gráfico que o ordinário e as tiragens sejam pequenas.
Alguns detratores afirmam que tudo não passa de estratégia, mas eu confio sempre na palavra do homem. César Aira ensina que o autor deve se preocupar com a escrita, qualquer outra atividade relacionada ao livro – especialmente quanto a sua divulgação – equivale a deixar de escrever. E vai além.
Afirma que prefere a calmaria das prateleiras silenciosas e sugere aos editores não insistirem na difusão do livro que, segundo suas palavras, deve ter ‘paciência para esperar o leitor, ainda que isso demore muitos anos’. (link para reportagem de O Globo - http://oglobo.globo.com/blogs/prosa/posts/2012/06/09/cesar-aira-lanca-haikus-defende-editoras-independentes-449548.asp)
Exageros à parte, estamos diante de um dos principais escritores contemporâneos da América da Latina, cuja obra é pouco visível no Brasil, apesar de universal e muito identificada com as sociedades sul-americanas.
Nesse Haikus, motivador da coluna, o protagonista cobra uma dívida por meio de cartas. Não se sabe o montante – apenas que é muito significativa para quem emprestou; não se sabe quem é o credor, ou o devedor; não se sabe se será paga, ou se haverá calote.
Os sentimentos que se inflamam com o passar das páginas se encaixam em qualquer interpretação e podem representar a pobreza, a indignação, a justiça, ou sua ausência. É isso que imprime no texto um caráter de atualidade e universalidade que o carrega a qualquer canto do planeta, possibilitando sua compreensão por qualquer cidadão do mundo.
Continuo sem me decidir se é a prosa ou a teoria de Aira o que mais me encanta – e penso que permanecerei assim por muito tempo, o que pouco importa. Até lá sigo na luta para encontrar e ler alguns dos seus mais de setenta livros publicados.
Boas leituras.


Livro: Haikus
Autor: César Aira
Editora: Pipa Livros

Cotação: &&&&

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Personagem da Semana: Peter Pan

Peter Pan é sem dúvida um dos personagens mais famosos da literatura infantil. Nesta matéria, iremos conhecer alguns fatos interessantes do menino que não queria crescer...

por Sininho

- Origem 


 Quem nunca ouviu falar daquele menino que nunca quis crescer? Pois é, Peter Pan vem atravessando gerações, com diversas adaptações na literatura, no cinema e no teatro, mas você sabe a verdadeira história por trás desse personagem?
 Peter Pan foi criado por James Matthew Barrie, ou J.M Barrie, que já era um grande escritor na época. James possuía um grande amizade com a família  o advogado Arthur  Llewelyn Davies e a sua mulher Sylvia. O casal tinha dois filhos, e, entre eles havia um chamado Peter Llewelyn Davies. Já dá para sentir aonde isso vai dar né?
 Não deu outra, segundo o que fontes dizem, o nome de Peter Pan foi inspirado nesse menino. 

- As adaptações na literatura



São inúmeras as obras de Peter Pan na literatura, porém algumas seguem um determinado padrão,  o infantil. Nas coleções de contos de fadas, nas histórias infantis, naqueles conjuntos de livros mais CD com áudios e músicas, geralmente você encontrará o menino que nunca cresce. Todavia também há obras mais compridas e trabalhadas, como a versão original de J.M Barrie. Outros autores se inspiraram na história, lembram da turma do Sítio do Picapau Amarelo? Bom, seu autor, Monteiro Lobato fez eles viajaram para Terra do Nunca juntamente com Peter Pan e Sininho, numa aventura fantástica onde envolvem personagens de ambos os mundos.

- As adaptações para o teatro   

                       


 Assim como na literatura, o personagem também é muito presente nas peças de teatro. Amadores, profissionais, em colégios ou em espetáculos para o público infantil, em todo lugar vez ou outra é possível encontrá-lo. 

- As adaptações para o cinema

    Além dos curtas que aparecem vez ou outra, o personagem também ganhou presença no cinema. Vamos a algumas delas:

Peter Pan (1953)

Sim, aquele Peter Pan que conhecemos da Disney é de 1953. Conta a história em si, porém sem muitos detalhes, uma adaptação animada mais voltada ao público infantil.
 Após essa ainda vem a "De volta a Terra do Nunca", onde o Capitão Gancho sequestra a filha de Wendy, pensando ser a mesma e a leva para Terra do Nunca.


Hook - A volta do capitão Gancho (1991)


 Podem começar a chorar, porque o protagonista desse filme é ninguém menos que nosso querido Robin Willians (lencinho perto do computador). Mas como assim ele é o protagonista? Acontece que nessa versão ele interpreta Peter Baning ou se preferirem, o Peter Pan crescido, com seus 40 anos, mas ele não lembra que foi, é totalmente ocupado com seu trabalho, porém Capitão Gancho lembra-se muito bem de seu antigo inimigo e sequestra seus filhos, assim conseguindo traze-lo de volta à Terra do Nunca.

Peter Pan (2003)


 Não sei como a crítica cinematográfica viu este filme, mas sou simplesmente apaixonada por ele. O filme em si trás a história que estamos acostumados, porém com mais detalhes. Aparece claramente um romance entre Peter Pan (Jeremy Sumpter) e Wendy (Rachel Hurd-Wood), um romance complicado, pois Peter Pan não sabia ao certo o que era "Amor". Além disso aparecem alguns personagens da história original que por vezes não são citados, como as sereias e a princesa Tigrina, uma linda índia que desperta um sentimento em João, um dos irmãos de Wendy.
 Outro ponto que vale destacar é que a Wendy, mesmo que por um pequeno período se torna pirata, persuadida pelo Capitão Gancho.
 Ai vai uma curiosidade sobre o filme: Sabe o Srº Darling e o Capitão Gancho? Então, o mesmo ator os interpreta, uau, grande surpresa né? Não, a surpresa mesmo é que o ator que os interpreta é Jason Issacs, o nosso querido Lúcio Malfoy de Harry Potter.

- Curiosidades


* Síndrome de Peter pan: Pelo que pesquisei, não é uma doença em si, mas existe. Se trata em geral dos homens que são inseguros, imaturos, dependentes, irresponsáveis, que realmente se recusam a crescer. Mas que atire a primeira pedra quem nunca teve atitude de Peter Pan.

* O personagem Zelda: 

 Vocês sabiam que o personagem Link, famoso nos jogos da série "Legend of Zelda" foi inspirado no Peter Pan? Isso mesmo, pensando no sentido de design.
 Como aconteceu?
 A Big N queria um personagem que fosse reconhecido, primeiramente se aproximaram de um elfo. Shigeru que era já fã da Disney achou que suas orelhas lembravam o Peter Pan.



 Em 2015 irá lançar uma nova versão cinematográfica de Peter Pan, contando no elenco o ator Hugh Jackman como Barba Negra.


Bom pessoal, é isso, faltou com certeza ainda muita coisa sobre o personagem, ele possui uma grande trajetória, então selecionei as coisas mais pertinentes. Se lembrarem, souberem de algo, fiquem à vontade para deixar nos comentários. Um grande abraço da Sininho!

Bibliografia:

Peter Pan(filme) . Disponível em: < http://pt.wikipedia.org/wiki/Peter_Pan_(filme) >. Acesso em 14 de setembro de 2014.

Síndrome do Peter Pan: porque há homens que se recusam a crescer. Disponível em: < http://mulher.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2013/05/18/sindrome-de-peter-pan-por-que-ha-homens-que-se-recusam-a-crescer.htm >. Acesso em 14 de setembro de 2014.

Conheça a história dramática da família que inspirou Peter Pan. Disponível em: < http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/04/130404_peter_pan_ru.shtml >. Acesso em 14 setembro de 2014.

Link tem o design inspirado em Peter Pan, revela Miyamoto. Disponível em: < http://www.gamevicio.com/i/noticias/144/144842-link-tem-o-design-inspirado-em-peter-pan-revela-miyamoto/ >. Disponível em 14 de setembro de 2014.

Todos os filmes baseados em contos de fadas. Disponível em: < http://proibidoler.com/textos/todos-os-filmes-baseados-em-contos-de-fadas-da-historia-do-cinema/>. Acesso em 14 de setembro de 2014.