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terça-feira, 8 de novembro de 2016

LIMBO

“Sem certezas acerca do destino da irmã, um rapaz entra no LIMBO”

Por Ruby Rebel

Iaew pessoas \o Alguém aí já ouviu falar em limbo? Não? Então tia Ruby vai fazer um resumão, vamos lá \o/

Limbo vem do latim “limbus” que significa margem, extremidade, beira, etc... Na astronomia, limbo é a parte exterior de um corpo celeste, já na botânica é a parte alargada de uma folha ou segmento do cálice. Limbo também pode significar um lugar onde ficam coisas sem valor, abandonadas ou esquecidas...

No sentido religioso, limbo é um lugar que fica entre o Céu e o Inferno, e para onde as almas de crianças não batizadas (limbus infantum) ou de justos que viveram antes de Cristo (limbus patrum) acabaram sendo mandadas.
Também pode ser considerado um local repleto de pessoas emocionalmente desequilibradas que estão unidas por pensamentos/sentimentos de ódio, inveja, vingança, etc... Sendo considerado um local não muito bonito e agradável.

Limbo também é um tipo de dança originária da ilha de Trinidad e Tobago no mar das Caraíbas, onde o objetivo é passar por baixo de uma vara, pau ou vassoura, dobrando o corpo e não tocando nem no chão e nem no pau (muitos pensam que essa dança é originária do Havaí, não abigos, não é), o nome pode ser por causa de um dos propósitos da dança que era auxiliar as almas na passagem pelo limbo.



Dito isso faço outra pergunta, sabem o que é LIMBO? Não, não é a mesma coisa u.u.


LIMBO é um jogo indie de aventura e plataforma da Playdead, uma desenvolvedora dinamarquesa, foi lançado em julho de 2010 exclusivamente para Xbox Live Arcade e foi considerado um dos melhores jogos do ano. Quando o contrato de exclusividade acabou, LIMBO foi lançado também para Ps3, Ps4, PsVita, Xbox 360, Xbox One, Steam, IOS e Google Play.

O jogo recebeu muitas análises positivas, até hoje ainda recebe (só olhar na Steam). O enredo é bem simples (coloquei até como subtítulo) “Sem certezas acerca do destino da irmã, um rapaz entra no LIMBO”, dito isso, o jogo começa com o garotinho acordando no meio de uma floresta escura e sinistra.

Os cenários são todos em tons de preto, cinza e branco, aliados com sons ambientes minimalistas que deixam tudo mais dark, misterioso e assombrado, em certos pontos até meio macabro. O jogo começa na floresta sombria, ainda passando por uma cidade fantasma e uma fábrica assassina! Você deve prestar muita atenção, pois como o ambiente é bem escuro acaba escondendo diversas surpresas e perigos que vão de armadilhas de urso a perseguições ou brincar com a gravidade (é divertido, mas nem em todas as ocasiões).

Uma coisa eu posso garantir... Quem for jogar pela primeira vez vai morrer bastante (eu morri 181 vezes, sim eu contei), quem já for experiente ainda morre um bocado, e sobre as mortes... São mórbidas e cada uma é pior que a outra, exemplo: cair de lugares altos, ser eletrocutado, dilacerado, decapitado, esmagado, perfurado, etc...

Gostaria muito de comentar sobre o final, mas como seria spoiler (e eu não gosto de spoilers) fica para uma próxima ocasião, mas posso adiantar que ele abre brechas para muitas teorias, os próprios produtores disseram que os jogadores estão livres para interpretar como quiserem.
Qualquer coincidência com o Caronte é mera semelhança

Quem gosta de puzzles e desafios vai adorar o jogo, todos os sons e trilha sonora que escutamos nos fazem arrepiar, um jogo que encanta sem precisar de diálogos, narrativas ou cutscenes, a busca silenciosa de um garoto por sua irmã, ambos perdidos no Limbo, cada desafio, cada tentativa de te deter e o final...

Só posso insistir para que quem puder jogue, a experiência é muito boa.

Abra-Kadabra-Alakazam
LIMBO também tem um level secreto que posso garantir é o mais difícil de todos (morri 37 vezes, nível extra, contagem extra u.u), motivo da dificuldade? O level extra é praticamente todo as cegas \o/ Ele se encontra no nível 26 e está trancado, só pode ser liberado se o jogador acender todas as 10 velas encontradas ao lado da porta. E como acender? Bom, você precisará recolher todos os “ovos” brilhantes que encontrar no decorrer do jogo.

Deixarei alguns links (só clicar nos nomes, ah vá) com teorias sobre o final de LIMBO e já adianto que contém MUITOS spoilers, é preferível que assistam apenas depois de zerar pela primeira vez.



Para finalizar, no Site Oficial de LIMBO pode ser encontrado uma Edição Especial que contém a trilha sonora do jogo, um adesivo com garotinho, sete cartões com artes originais, uma Key para o jogo na Steam, etc... E falando na Steam o jogo custa R$ 16,99 lá e no começo/meio do ano passou dois dias free (fiquem de olho que sempre tem alguma promo).







Até a próxima e beijos da tia Ruby ^^


sábado, 12 de dezembro de 2015

The Cave

"Humor e Dor de Cabeça"
por Ruby Rebel


Olá humanos \o

Ruby retorna depois de uma turbulência com mais uma matéria para vocês. E o jogo da vez será (que rufem os tambores): The Cave!

The Cave é um jogo de plataforma, aventura, puzzles e contém o bom e velho sarcasmo em determinadas partes, desenvolvido pela Double Fine Productions e distribuído pela SEGA, pode ser encontrado na Steam, Xbox Live Arcade, PlayStation Network, Wii U eShop, em dispositivos iOS e Ouya.

São ao total sete personagens - dos quais você escolhe três para poder jogar - cada um deles tem uma história de vida e um motivo para estar ali. Os sete entram em The Cave atrás de seu “objeto de desejo” e para conseguir tal objeto deverão atravessar toda a caverna passando por um ZOO, uma mina e até uma ilha (esses três citados são palcos acessíveis independente do personagem de sua escolha), os demais lugares que serão percorridos dependerão dos aventureiros.

Cada um dos personagens é dono de um puzzle único que está diretamente ligado à sua história e ao seu objeto de desejo, e também cada um possui uma técnica especial. Dependendo de suas escolhas os puzzles podem ficar ainda mais interessantes e enquanto você vai jogando interagindo com o cenário o jogo vai sendo narrado pela própria caverna que sabe muito bem como usar o humor (algumas vezes negro).

Durante sua estadia na Caverna também encontrará alguns símbolos diferentes em paredes (alguns estão bem escondidos), interagindo com os símbolos, imagens serão reveladas sobre a vida do personagem escolhido, assim como uma breve explicação em cada uma das imagens. Quanto aos aventureiros, suas habilidades e seus cenários nós temos:

The Monk, um monge que pode mover ou trazer para si alguns objetos com o poder da mente, seu cenário é o mosteiro em que vive;
The Adventurer, uma exploradora que pode alcançar locais altos ou de difícil acesso aos demais com seu gancho, o cenário dela é uma pirâmide;
The Hillbilly, um caipira que pode respirar em baixo da água por tempo indeterminado, o parque de diversões é o cenário dele;
The Scientist, uma cientista que possui a habilidade de hackear computadores e algumas portas trancadas, seu cenário se passa em uma base militar subterrânea;
The Twins, um casal de gêmeos que podem se duplicar criando assim uma forma espectral podendo estar em dois lugares ao mesmo tempo, lado ruim? Não podem se afastar muito ou a criação some (são de longe meus favoritos) e seu cenário é a sinistra mansão em que vivem com os pais;
The Knight, um “cavaleiro” que consegue se tornar invulnerável a qualquer tipo de dano com um escudo, seu cenário é um castelo;
Para finalizar, The Time Traveler, uma viajante do tempo que pode se teleportar a curta distância e tem um dos cenários mais legais, ela pode alternar entra passado, presente e futuro com uma máquina do tempo.
O jogo contém dois finais para cada personagem, um ruim e um bom... O final que você irá realizar vai depender inteiramente de você mesmo, A Caverna tentará te enganar e cabe apenas ao jogador decidir o que fazer e assim o final ruim ou bom se revelará, se bem que alguns finais ruins (dependendo do personagem) não são tão ruins assim, ao menos do ponto de vista do personagem.
Recomendo que joguem com todos os personagens, desvendem suas histórias e segredos e vençam A Caverna! The Cave é um jogo muito bom e que te faz pensar um bocado para resolver os desafios, por fim desejo a todos boa sorte e que se divirtam muito com os comentários da Caverna.
E se alguém tem a vontade de adquirir algum dos personagens para si, fico feliz em dizer que a Double Fine criou miniaturas dos sete protagonistas (além de uma camisa) que podem ser encontradas clicando aqui: Miniaturas e Camisa The Cave Atualização: o site das miniaturas está fora do ar.


 E para mais informações sobre o game, eis o Site Oficial <-- é só clicar.

Espero que tenham apreciado mais uma matéria, qualquer dúvida é só perguntar e se quiserem compartilhar as experiências com o jogo é só deixar comentário pra tia \o

E.... Isso é tudo pessoal! Ao menos por hora rs 

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Pixel Dungeon

  Saudações colegas leitores! Como vão?

  Já aviso que não sou escritor ou blogueiro como meus colegas. Nem de longe! Sou só mais uma engrenagem escrava dessa máquina corrupta a qual fazemos parte. Mas isso não vem ao caso agora, não é?


  Hoje venho falar de coisa boa!  - e não é a Tekpix!

(...)


  Pixel Dungeon! Um RPG que todo RPGista que se preze tem que jogar!
  Ele é meio famoso por ser bem leve e muito, mas muito difícil – eu mesmo passei muita raiva, porém consegui terminá-lo antes de arremessar o coitado do meu Samsung Galaxy Ace na parede!

  Neste jogo, morreu já era! Não importa se foi para um Chefe, para um rato, se foi suicídio ou ainda foi numa armadilha. Morreu, volta do zero!
  Seu jogo é salvo quando você sai dele, mas não é possível salvar o jogo para carregá-lo quando quiser.
  Embora o jogo tenha um enredo em se tratando de Chefes, tipos de inimigos, itens entre outros, os labirintos das masmorras nunca serão os mesmos. Portanto, se você começa outro jogo, o labirinto, as armadilhas, itens de início etc, serão diferentes. - características que o definem como Roguelike.
  
  Assumindo o papel de um Guerreiro, Ladino, Mago ou de uma Caçadora – que só é liberada após derrotar o 3º chefe – você deverá descer masmorra abaixo, enfrentando inimigos, coletando itens, sempre tomando cuidado com as armadilhas e se precavendo para não morrer de fome! Tudo isso para conseguir o Amuleto de Yendor, um poderoso artefato que, segundo as lendas, é capaz de realizar qualquer desejo que seu portador queira!




  A jogabilidade é bem simples, bastando tocar a tela onde se quer que o personagem vá. Se houver um item ele tentará pegá-lo, se for um inimigo, ele irá atacar, enfim. O mapa é revelado na medida em que anda, simulando o campo de visão da personagem.
  Também é possível interagir com o inventário, podendo ver informações sobre seus itens, usá-los ou jogá-los fora. Devo avisá-los que o inventário enche muito rápido, então cedo ou trade será necessário se livrar das tranqueiras. Em alguns andares abaixo, pode-se encontrar mercadores, sendo uma boa opção para se livrar do que não precisa e ainda descolar uma grana! Além também de poder adquirir itens novos, como armas, poções, pergaminhos mágicos, armaduras e, o que considero os mais importantes, os “portas-item” que são um saco para guardar sementes, uma mochila para guardas pergaminhos e um “porta-cajado”, itens que poupam um bom espaço do inventário. Com certeza você deve reservar uma boa quantia de ouro para poder comprá-los.

  
  Uma coisa que atrapalha bastante, é que os itens que você pega são desconhecidos para seu personagem e mudam a cada novo jogo. Então, se no seu último jogo a poção vermelha era de cura, nada impede que em um novo jogo a poção vermelha seja de líquido flamejante, por exemplo. Existem pergaminhos que revelam o efeito de um item – já identificado pelos magos, se me lembro bem – mas a outra maneira de descobrir, é usando o item mesmo.
  O que acho bem interessante no jogo é que é possível interagir com o cenário e fazer estratégias, por exemplo, se você entra em uma sala coberta por plantas e avista também vários monstros adormecidos lá, é possível atear fogo nas plantas e fazê-los queimar. Mas também vale lembrar que se você pegar fogo também, ele pode queimar itens mais vulneráveis do seu inventário, como os pergaminhos, fazendo-os virar pó. Se você encontra poças d’água também, é possível apagar o fogo, etc.

  Existe inclusive um botão com um ponto de interrogação, que quando clicado, pede que você clique onde deseja saber informações. Ele descreve sobre tudo no cenário, desde o chão sujo a um oponente.
  Além deste, existem outros dois botões: Um relógio e uma lupa.
  Bom, o relógio, como você já deve imaginar, faz com que seja possível aguardar um turno (ou vez).   Esperar o fogo apagar, ou um inimigo que você envenenou morrer, ou aguardá-los, coisas assim. Se você mantiver pressionado este botão, seu personagem irá dormir, só acordando quando estiver morrendo de fome.
  Já a lupa, seu personagem vai procurar por portas secretas ou armadilhas ocultas ao seu redor.

  Pretendo fazer futuramente uma lista de itens presentes no jogo assim como seus efeitos, mas por enquanto, deixo apenas minha recomendação deste game foda! Para maior desafio, recomendo a versão original do game (Watabou: pixeldungeon.watabou.ru), mas há disponível também no Play Store versões customizadas, traduzida (do Rodrigo Formiga (rodrigoformiga@gmail.com) – para aqueles que não falam nem o idioma nativo direito, haha! –  e hackeadas, que servirão para matar sua curiosidade quanto ao que há a níveis mais inferiores da masmorra! 

  Até a próxima!

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Castle Crashers

por Ruby Rebel

Olá aqui estou eu de novo, depois de um milhão de anos (okay sem exageros), dessa vez trazendo um joguinho que eu curti bastante chamado Castle Crashers (algo como “destruidores de castelos”)... 


Castle foi desenvolvido pela The Behemoth e distribuído pela própria Behemoth, pela Microsoft Game Studios e pela Sony Computer Entertainment, por isso pode ser encontrado na PSN, na Steam e para Xbox.


Agora vamos para o resumão: Você é um guerreiro (um daqueles quatro ali de cima) e está no salão do castelo comemorando com sua turminha, tá tudo de boa na lagoa, tranquilo sem grilo quando um cara é jogado escada abaixo para o salão com várias flechas nas costas, o reino está sendo invadido (não me diga?). Pois é! Um Feiticeiro aparece na sala do trono e o rei fica encurralado, o Feiticeiro entonces pega um cristal giganorme que tem acima do trono e sai flutuando, nesse momento você aparece na sala e o rei manda que você vá atrás do Feiticeiro (ou do cristal, tô na dúvida u.u), saindo do castelo você começa a enfrentar alguns bárbaros e aparece essa cena:


Além do cristal as quatro princesas foram sequestradas (sinto tanta pena da de laranja, sempre se ferra, tsc tsc), mais uma missão para você. Resgatar as princesas! Para conseguir esses objetivos você passa por várias situações, enfrenta inimigos em um vulcão, piratas ninjas, formigas aliens (que eu geralmente chamo de abelhas .-.) e até acaba com um casamento e um funeral, isso mesmo!


O jogo é curtinho, divertido e podem jogar até quatro pessoas no mesmo PC ou online (falei em PC porque é onde eu jogo, mas também tem o de console), primeira vez que zerei estávamos jogando eu, meu irmão e o dono do PC nosso amigo Jason equis Corporations (oh produção, pode fazer propaganda? Já era já fiz), eu joguei no meu PC segunda (16/02) e zerei em menos de um dia, quando termina o modo normal o insano é liberado, o insano é a mesma coisa do normal, só que é insanamente difícil (ah vá...).


Castle conta com algumas pitadas de humor e também traz algumas referências de outros games ou filmes, exemplo: podemos montar alguns animais no decorrer do jogo como no antigo jogo Golden Axe (eu amo esse jogo) ou quando derrotamos o Ciclope que ele dá um joinha ao cair na lava como no filme O Exterminador do Futuro 2 - O Julgamento Final e até mesmo quando estamos no rio querendo subir em algo e passa uns peixes semelhantes à Magikarps, o próprio Feiticeiro eu acho meio parecido com Vaati (quem jogou The Legend of Zelda Minish Cap vai saber de quem estou falando).


Com o passar do jogo serão habilitados novos personagens, armas e pets e cada um especial ao seu jeito, os quatro personagens originais de acordo com suas cores: Laranja poder de fogo, Azul poder de gelo (ele é o meu favorito, se bem que tô jogando pra caramba como rosinha agora), Vermelho poder de eletricidade e o Verde poder de veneno, pela Steam você pode comprar o Blacksmith que é roxinho e tem como poder jogar armas e invocar um sapo (ao estilo Naruto, sqnoop) e também traz possibilidade de encontrar armas que você não encontraria normalmente pelo jogo e também o Rosa que tem poder de amor, solta arco-íris e bichos fofinhos.


Você ainda pode habilitar inimigos, os guerreiros brancos que são soldados normais e o próprio rei... As armas também, cada uma tem seu atributo, umas aumentam defesa, ataque, magia ou agilidade, ou ainda podem te ajudar a aumentar chances de critico ou de queimar, envenenar e eletrocutar alguém, além das armas tradicionais como espadas, maças, clavas... Encontramos algumas bem interessantes ou até engraçadas, a principal do Rosinha é um pirulito, tem ainda guarda-chuva, cenoura, um pedaço de carne, pato... E os pets por sua vez te ajudam a encontrar itens secretos, a evoluir mais rápido, atacam inimigos (ou aliados como no caso do Urso Bipolar), te entregam comida... 


Além do modo de jogo normal/insano, se você estiver jogando com mais alguém pode optar por jogar na competição de comida ou na arena, falando em arena, se estiver jogando no modo normal com seus amigos ao salvar uma princesa se inicia um duelo, porque no fim das contas apenas um pode receber o prêmio por salva-la.

A trilha sonora do jogo também é muito legal, primeira vez que joguei nem tinha prestado atenção, mas agora sempre faço questão de prestar. Ela é divertida e em algumas partes tem uma pegada “dark” tudo na medida certa.


Eis o mapa total do mundo, desde o castelo do rei, até os confins no universo onde se enfrenta O Feiticeiro das “Mil Faces”, cara chato tem três ou quatro transformações diferentes (¬ ¬).

Bom pessoas acho que por hoje é só, Castle Crashers é um jogo que recomendo muito, como geralmente ocorre em RPG o level máximo que os personagens chegam é o 99, você tem quatro skills e quando chegar ao level 78 já estará com as quatro completas escutem a tia (u.u).


Para mais informações sobre cenários, personagens, pets, inimigos, armas... É só entrar no site oficial do jogo: http://www.castlecrashers.com/ Ou na própria wiki deles: http://castlewiki.castlecrashers.com/Main_Page


Agora tia Ruby se despede e até a próxima!

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Smite: A Arena BAD ASS dos Deuses!

 Smite é um MOBA de estilo único criado pela Hi-Rez Studios e que chegou recentemente no Brasil pela Level Up. Nesta matéria, falarei mais sobre o game e minhas experiências.



por W Y. Roses


 SINCERAMENTE: Sempre detestei MOBAs. Nada contra quem joga, não fazendo as conhecidas piadinhas com jogadores de LOL... Eu só nunca gostei mesmo.
 A jogabilidade era um dos motivos. Se locomover e atacar pelo mouse é algo que para mim funcionou em jogos de RPG como Diablo, e de estratégia como Dungeon Keeper e as séries AOE e AOM, Warcraft (sim, eu sou velho, hehe~), mas num estilo de game com uma carga maior de ação e velocidade, não gostei. Talvez seja só desculpa e eu seja um completo descordenado lesado, mas não deu mesmo. Sempre tenho a sensação de não estar controlando o personagem, só dando ordens, e não curti a combinação (levando a ação em conta mais uma vez).


 E o outro motivo, os personagens. Nunca gostei de receber de uma vez um monte de personagens novos. Novos no sentido de serem criados exclusivamente para o jogo, de não terem estado presentes em outro lugar. Gosto de personagens com histórias profundas, trabalhadas, e é mais fácil isso em jogos puramente de RPG ou puramente de estratégia. Num MOBA acho que isso perde um pouco espaço para o próprio jogo, e a história de cada personagem fica para segundo plano.

Batman do Nightmare Universe
 O único MOBA mais clássico que cheguei a realmente jogar foi Infinite Crisis, que trás personagens icônicos da DC Comics além de várias versões alternativas dos mesmos.
Como grande fã da editora, encontrei aqui um dos elementos que me faltava. Personagens que eu conhecia e já gostava (BATMAN!!!) além das outras versões que o jogo me instigou a procurar mais à respeito.
 Porém, ainda assim a jogabilidade não me agradou e não fiquei nele por muito tempo.

 Conheci Smite por acaso. Vi um anúncio no Facebook, pensei que era algum Hack and Slash, e cliquei. Minha primeira reação foi "Oh meu Deus! Um game de batalha entre deuses!!" e a segunda "Ah... É MOBA...". Só que meu Amor pelos deuses (pra quem desconhece, eu tenho profundas raízes em crenças antigas trazidas em minha espiritualidade) foi mais forte e eu resolvi experimentar. Afinal era um game com os meus heróis, com aqueles que eu tenho um apreço enorme na vida real mesmo, além de estarem presentes nas minhas histórias. E não me arrependi.

 Fora os personagens serem deuses e outras figuras de crenças antigas (Como Aracne e Bakasura), coisa que só gostando de mitologia já faria alguém se sentir atraído, o game é em TERCEIRA PESSOA!!!
 Finalmente uma mecânica que eu curtia. O bom e velho WASD, câmera e mira no mouse... Uma bela consumação entre MOBA e os estilos dos RPGs mais tradicionais.
 No Smite realmente me sinto controlando o personagem, e a visão permite movimentos, estratégia e até a criação de personagens por parte dos produtores muito mais complexa na minha opinião. Muitos falam que não combina e que o jogo é até mais fraco, mas para mim, é só outro modo. Não digo que é melhor do que um tradicional, mas digo que é melhor para mim, e tem suas dificuldades também sim senhor.

 Além de requerer uma habilidade maior com a pontaria, por exemplo, semelhante à jogos de FPS, você não tem uma visão aérea. Ganks nesse jogo são muito mais temíveis. 
 As batalhas também alcançam um nível maior de ação aos meus olhos. É como uma combinação do sistema de batalha de jogos como o Gauntlet, que você anda, tem o botão de ataque, só que com a mira e os botões de Skill, igual um RPG tradicional ou um MOBA mesmo.

 A construção dos deuses também é muito bacana e dá pra perceber a atenção que os produtores possuem em recriar detalhes icônicos de cada um. São no momento sete panteões: Grego, Egípcio, Maia, Romano, Nórdico, Chinês e Hindu, e os deuses estão muito fiéis as lendas e crenças sobre eles.
 
Zeus, e seu escudo Égide
Vemos Zeus, por exemplo, portando não só os seus raios, mas também o lendário escudo Égide, ou Loki com skills que lhe transformam num assassino nato, ficando invisível, criando cópias falsas e atacando pelas costas.
Loki, um dos assassinos favoritos pelos jogadores
 Essa atenção vai tão além, que os produtores realizam até completos remodels em alguns personagens devido à sugestões de jogadores, coma finalidade de aumentar ainda mais essa fidelidade (como ocorreu com Son Wukong e Nu Wa, e atualmente está acontecendo com Ao Kuang).

 O game possui o clássico modo de Conquista (três rotas, duas torres em cada, além das fênix que guardam a base com o titã que deve ser derrotado para se obter a vitória), além de uma Arena (mais focado em combate do que em estratégia), Assalto (uma única rota, deuses escolhidos aleatoriamente e sem a opção de voltar para a base à não ser que você morra), Cerco (igual Conquista, mas com apenas duas rotas e Juggernauts que podem ser invocados para destruir torres mais rápido) e Justa (uma rota, três deuses). Além destes há um modo de Dominação, disponível para partidas customizadas, assim como Justas com menos ou mais deuses, e etc...

 
Vulcano, no Modo Arena

 Também há uma Liga, e o primeiro torneio regional está aí, com vaga para o mundial.

 Outro fato interessante de se apontar, é que além dos deuses serem muito equilibrados e você poder jogar de igual pra igual mesmo só tendo as divindades gratuitas, não é tão difícil juntar favores (o "dinheiro de mentirinha" do jogo) para adquirir novas divindades. As gemas (o cash) são exclusivos apenas para algumas skins especiais, ícones, etc...
 O jogo é frequentemente atualizo, personagens balanceados, novas divindades incluídas e também muitos outros conteúdos. O deus da nova atualização, por exemplo, é Silvano, do panteão romano.
Silvano, o novo guardião do game


 E nas minhas palavras finais (nesta matéria só, porque eu ainda quero transmitir muitas palavras por aí, rs), Smite é game fantástico e inovador, reunir as melhores qualidades de variados gêneros do multiplayer em uma experiência única e com atmosfera envolvente, que vale muito a pena conferir!

 









Finalizo com as palavras do senhor Jean/Cimetiere, o líder do clã Solstice, do qual faço parte:

 "O clã Solstice é uma experiência que trago a cada game online que jogo, com valores semelhantes, só alterando o nome em cada game. O objetivo foi sempre construir amizades e amplificar a experiência de diversão nos jogos. Por exemplo, a primeira versão do clã foi criada em 2005 e ainda tenho contato com aquele círculo de amizades! O clã procura jogadores amigáveis de qualquer level que estão jogando com o objetivo principal de se divertir. Eu tendo a ser um jogador com habilidades acima da média nos games e gosto do competitivo, mas entendo que no Smite é muito mais complexo e a minha experiência ainda é um tanto limitada, mas estou sempre aprendendo! Neste sentido, também não exijo quaisquer habilidades supremas dos membros do clã, mas estamos dispostos a treinos para alcançarmos gameplays bem competitivas e profissionais.Também recomendamos a instalação do Curse Voice. Ele é bem leve, simples de usar (dois clicks pra abrí-lo e ele mesmo te encaixa com a tua party!) e ajuda bastante para nos conhecermos melhor e na comunicação in-game.Feita a apresentação do clã e os pré requisitos, é importante salientar as punições: Nada de levar uma partida muito a sério e faltar respeito com os demais membros e pessoas fora do clã. É muito importante saber perder e rir da desgraça! Qualquer problema com outro membro deve ser reportado ao líder do clã pra resolvermos da melhor forma. A expulsão do clã é a opção caso uma conversa não resolva, ou mesmo a saída voluntária. Um objetivo secundário atual é conseguir dez pessoas disponíveis e online simultaneamente para que possamos treinar Conquests amistosos entre o clã. A partida fica bem mais “light” e podemos refletir ao fim dela, aprendendo mais que em uma partida comum."

Fica aqui o convite para quem desejar fazer parte da família!
Perfil do Jean para Contato
Grupo do Solstice Guild